QUEM SOMOS Gerações apaixonadas pelo Douro QUEM SOMOS Gerações apaixonadas pelo Douro

Alfredo Leopoldo Holzer (1882-1942)

Nascido em Frankfurt, Alemanha, juntou-se à família Cálem, produtores de Vinho do Porto bem estabelecidos e exportadores. Apaixonou-se pela região do Douro e no início da década de 1930 comprou a Quinta de Val da Figueira. Esta quinta tornou-se a parte central da atual propriedade e as vinhas adjacentes, herdadas pela sua esposa Júlia Cálem, constituem a área total. A atual casa principal e a capela foram construídas durante a sua vida.

Alfredo E. Cálem Hoelzer (1916-2007)

Reconhecido como um dos mais respeitados provadores de Vinho do Porto da sua geração, trabalhou durante mais de 50 anos para a Cálem. Quase toda a replantação e expansão da área de vinha da Quinta de Val da Figueira foram efetuadas por sua iniciativa e sob a sua orientação. Em meados da década de 1980, com a alteração da lei que permitia aos produtores independentes vender e exportar as suas marcas próprias, a quinta foi uma das primeiras propriedades a produzir e comercializar a sua própria marca de Vinho do Porto 10 Anos e de Vinho do Porto Branco Extra Seco. A Quinta de Val da Figueira deve o seu estatuto atual à sua gestão astuta e discreta.

João Cálem Hoelzer (1950-)

O atual proprietário, João Cálem Hoelzer, conta com 46 anos de atividade na produção e comércio do vinho do Porto. Durante 22 anos, foi membro da equipa do painel de provas numa das mais prestigiadas empresas de Vinho do Porto. Para além de alguns anos de estudo e trabalho no estrangeiro, conta agora com perto de meia centena de vindimas na Quinta de Val da Figueira. Assumiu a gestão quotidiana da quinta em meados da década de 1990 e a tempo inteiro a partir de 2009.

Marta Cálem Hoelzer (1996-)

Sendo descendente de dedicados vitivinicultores, Marta Cálem Hoelzer formou-se em Engenharia Agronómica e posteriormente tirou uma Pós-graduação em Enologia e Viticultura. Para além de ter trabalhado em empresas na região do Douro, passou por algumas experiências de vindimas internacionais em Bordéus (França), Marlborough (Nova Zelândia), Rutherglen (Austrália) e Stellenbosch (África do Sul) de modo a aumentar o seu conhecimento e a pô-lo agora em prática na Quinta de Val da Figueira. Marta e o seu pai trabalham com o foco de preservar este legado evidenciando a produção de Vinho do Porto que continua a ser a espinha dorsal do processo de vinho tinto DOC Douro.